Lula de papelão. Quem chegava ao centro de convenções na Asa Sul se deparava com três reproduções do presidente em tamanho real. Filas foram formadas, com os convidados “fazendo o L” ao lado do fake petista. Quando Lula chegou, como um popstar, a atenção voltou-se toda para ele: disputa para abraços, selfies, “olê olê olê olá” e gritos de “eu te amo”.

Nísia acolhida. A ministra da Saúde, Nísia Trindade, chegou tímida. Alvo da crítica mais contundente de Lula na última reunião ministerial, foi “acolhida” pelos militantes ao transitar pela festa. Ganhava beijos, fotos e falas sutis de apoio, mas não quis chegar perto da imprensa.

Samba e uísque. A festa foi animada. Com mesas lotadas, não faltou comida e a bebida (cerveja, uísque e drinks), servidas até 0h30, quando o telão já exibia clipes de pagode e rock dos anos 1990.

Teresa Cristina tocou durante o jantar. Com repertório de Cartola, Noel Rosa e Paulinho da Viola, animou a ministra Esther Dweck (Gestão e Inovação) e a deputada Benedita da Silva (PT-RJ), que foram para a frente palco, e Janja, que dançou na área reservada ao lado de Lula.

Quem menos parecia à vontade eram os ministros do governo. Sob um clima de tensão que se instalou no Planalto na última semana, poucos circulavam, como Márcio Macêdo (Secretaria Geral) e Luiz Marinho (Trabalho).

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