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O Ministério da Saúde deu início à substituição gradual da insulina NPH pela insulina glargina no Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa tem como objetivo principal beneficiar públicos específicos que necessitam de um controle glicêmico mais estável e seguro:
- Pacientes de 2 a 18 anos incompletos diagnosticados com diabetes tipo 1;
- Idosos com 70 anos ou mais diagnosticados com diabetes tipo 1 ou tipo 2.
Até a primeira metade de julho de 2026, a pasta federal já havia enviado mais de 254 mil tubetes do novo medicamento para 16 estados brasileiros, além de 52.350 canetas reutilizáveis de aplicação. O cronograma prevê que todas as unidades federativas recebam os lotes até o fim de julho.
Apontada como uma alternativa terapêutica mais moderna, a insulina glargina apresenta benefícios expressivos na rotina do paciente quando comparada ao tratamento anterior:
- Menos Aplicações: Por possuir ação prolongada, ela requer apenas uma aplicação diária na maioria dos casos, enquanto outros esquemas convencionais podem exigir até três picadas diárias;
- Estabilidade: Proporciona um controle mais linear e estável da glicemia ao longo do dia;
- Segurança: Apresenta uma redução significativa no risco de crises e episódios de hipoglicemia.
Para receber o insumo, é obrigatório apresentar uma receita médica devidamente emitida e carimbada. No ato da entrega, o SUS também disponibilizará as agulhas necessárias e uma caneta aplicadora reutilizável com vida útil de três anos.
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Créditos da imagem: Reprodução/Divulgação

