O professor Ademar Bogo com o reitor Alessandro Fernandes

O professor Ademar Bogo, do Departamento de Filosofia e Ciências Humanas (DFCH), da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), está entre os melhores educadores populares do mundo. A indicação e aprovação do reconhecimento ocorreram ao final do Fórum Social Mundial, realizado entre os dias 15 e 19 de fevereiro, em Katmandu, capital do Nepal.

Durante a solenidade de posse da diretoria do DFCH, na última quinta-feira, dia 14 de março, o reitor da Uesc, professor Alessandro Fernandes, destacou a presença do professor Ademar Bogo, que foi bastante aplaudido por seus colegas.

Conforme o reitor, é uma honra para nossa Universidade, além do seu reconhecimento pessoal ao professor Ademar Bogo, também o reconhecimento de toda instituição, da coletividade, por seu trabalho feito com colegas docentes, discentes e com apoio de técnicos.

“O motivo da homenagem, com muita justiça, nos enche de orgulho, principalmente quando a Uesc completa 50 anos do seu Campus, e tem recebido excelentes notícias referentes à produção acadêmica por parte dos seus docentes”, assinalou.

Incentivo e reconhecimento

Ademar Bogo

Ademar Bogo é filósofo e doutor em Educação, com vários livros publicados na área da educação popular e conferencista dos mais solicitados no Brasil. Em Katmandu, foram discutidos, por mais de mil e duzentas organizações populares e movimentos sociais de aproximadamente 100 países, assuntos ligados à geopolítica mundial com uma grande diversidade de temas, predominando assembleias sobre clima e meio ambiente, violência policial e direitos humanos, educação popular e formação política, feminismo e feminicídio.

A escolha dos 100 melhores educadores populares do mundo é uma forma de incentivar a educação popular e a formação política, como também o reconhecimento do trabalho de política de base e formação cidadã nos diversos países.

Outro aspecto desse encontro é o incentivo ao projeto de organização de universidades populares pelo mundo. Especialmente na América Latina e África, onde se planeja o aumento dos investimentos no setor.

Fonte: Diário Bahia

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