O primeiro Festival de Maratonas Aquáticas Indoor – Troféu Carlos Rogério Arapiraca movimentou a Piscina Olímpica da Bahia, na AV. Bonocô, no último sábado (6), simulando uma prova de maratonas aquáticas na piscina de 50 m do equipamento esportivo da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre). A atividade contou com a presença de atletas da natação e da paranatação entre sete e 12 anos.

Segundo a Federação Baiana de Desportos Aquáticos (FBDA), organizadora do evento, é uma oportunidade para as crianças das categorias mirim a petz em desfrutar de uma prova de maratona aquática em um ambiente controlado, com o objetivo de facilitar a introdução dos atletas de base nas provas de águas abertas, aproveitando a tendência de simulações em piscinas. A ação conseguiu possibilitar uma experiência semelhante ao do mar aberto, mas em piscina, por meio de boias ao invés de raias.

Foto: Divulgação/Tríade Imagens

“Essa é uma oportunidade excepcional para nossos jovens atletas experimentarem as maratonas aquáticas em um ambiente seguro e controlado, preparando eles para futuras competições em águas abertas,” afirmou Diego Albuquerque, presidente da FBDA.

Paranatação

Os alunos e pais do projeto da Associação Meu Sorriso, que atende crianças com deficiência no equipamento, por meio de uma parceria com a Sudesb, também participaram do evento, com largadas exclusivas para meninas PCD e meninos PCD. O coordenador do Núcleo de Paradesporto da Sudesb, Adelmare Junior, explicou o que aconteceu.

“Foi um momento importante para as famílias dessas pessoas com deficiência que não têm o intuito de ser atleta de alto rendimento, mas querem socializar e ter a natação como um esporte de lazer, socialização e inclusão social. Por isso, eles fizeram essa participação festiva”, pontua Adelmare.

Foto: Divulgação/Tríade Imagens

O presidente do Meu Sorriso, Fred Matos, comentou a alegria de ver as crianças que treinam todas as terças e quintas-feiras das 10h às 11h. “Além de colocarmos as pessoas com déficit intelectual e autismo na piscina funda, também ensinamos aos pais. Todos estes que tiveram lá no sábado desenvolveram o nado conosco. Cada criança estava acompanhada sempre de um familiar. Fizemos essa vivência maravilhosa do núcleo familiar”, finaliza.

Fonte: Ascom/Sudesb

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