Itraconazol é um antifúngico indicado para o tratamento de micoses, como candidíase vaginal ou oral, micose de pele, de unhas ou olhos, aspergilose ou histoplasmose, pois age impedindo o fungo de sobreviver e se multiplicar.
Esse remédio pode ser encontrado fornecido gratuitamente pelo SUS ou comprado em farmácias na forma de comprimidos contendo itraconazol 100 mg, como genérico ou com os nomes comerciais Sporanox, Itraspor, Itralex ou Traxonol, por exemplo.
O itraconazol deve ser usado com indicação do dermatologista, ginecologista, clínico geral ou infectologista, com doses e pelo tempo de tratamento recomendado pelo médico, sendo importante fazer consultas regulares para avaliar o funcionamento do fígado, principalmente quando usado por tempo prolongado.
Para que serve
O itraconazol é indicado para o tratamento de infecções por fungos, como:
- Candidíase vaginal, oral ou no esôfago;
- Micoses de pele, como pitiríase versicolor, tinea corporis, tinea pedis ou tinea cruris;
- Micose de unha ou onicomicose;
- Ceratite fúngica no olho.
Além disso, esse remédio pode ser indicado para outras infecções fúngicas sistêmicas, como criptococose, meningite criptocócica, histoplasmose, blastomicose, esporotricose, paracoccidioidomicose, talaromicose ou cromomicose, por exemplo.
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O itraconazol deve ser usado somente com indicação médica, com doses individualizadas e pelo tempo de tratamento de acordo com a condição a ser tratada.
Como usar
O itraconazol deve ser usado por via oral, com um copo de água, de preferência junto com uma refeição, para evitar irritação no estômago.
A posologia do itraconazol para adultos varia com a condição a ser tratada e inclui:
Para as infecções fúngicas sistêmicas podem ser recomendadas doses de 100 a 200 mg, 1 ou 2 vezes por dia, e o tempo de tratamento varia de acordo com a infecção, devendo ser indicado pelo médico.
Geralmente, nas micoses de pele, as lesões desaparecem entre 2 a 4 semanas. Já nas micoses das unhas, as lesões só desaparecem 6 a 9 meses após o final do tratamento uma vez que o itraconazol apenas mata o fungo, havendo necessidade de a unha crescer.
O modo de uso do Itraconazol deve ser orientado pelo médico, porque a dose e a duração do tratamento dependem do tipo de fungo e do local da micose e em pessoas com insuficiência hepática ou insuficiência renal, a dose pode ter que ser ajustada.
Possíveis efeitos colaterais
Os efeitos colaterais mais comuns do itraconazol são dor de cabeça, náuseas, vômitos, dor de estômago, diarreia, prisão de ventre, gosto desagradável na boca, inchaço, dor muscular ou nas articulações, alteração na menstruação ou disfunção erétil.
Além disso, o itraconazol pode causar problemas no fígado ou pâncreas, devendo-se ir imediatamente ao hospital caso surjam sintomas como náuseas e vômitos intensos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura ou fezes claras, por exemplo.
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Deve-se ir ao hospital também se surgirem sintomas de alergia grave ou insuficiência cardíaca congestiva, como cansaço excessivo, dificuldade para respirar, batimento cardíaco acelerado, inchaço repentino ou tosse com catarro. Saiba identificar os sintomas re reação alérgica grave.
Quem não deve usar
O itraconazol não deve ser usado por crianças, mulheres que estão tentando engravidar ou por pessoas que tenham insuficiência cardíaca. Para mulheres em idade fértil, é recomendado utilizar métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento.
Além disso, esse remédio é contraindicado para pessoas que tenham alergia ao itraconazol ou outros antifúngicois azólicos, como fluconazol, miconazol, cetoconazol, clotrimazol ou voriconazol, por exemplo.
O itraconazol também não deve ser utilizado na gravidez e na amamentação, a não ser que seja extremamente necessário e após avaliação dos benefícios do tratamento para a mulher e os riscos para o bebê.
É importante informar ao médico todos os remédios ue se utiliza, pois podem interagir com o itraconazol e aumentar o risco de efeitos colaterais.
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Histórico de edição
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18 de março, 2024 (Versão atual)
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27 de fevereiro, 2009
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Criado em
fevereiro, 2009
Bibliografia
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