Robinho está preso, desde a madrugada de sexta-feira (22), na Penitenciária 2, em Tremembé, no interior de São Paulo, após decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) para que ele cumpra no Brasil a pena de nove anos de prisão pelo crime de estupro coletivo cometido e julgado na Itália.

O presídio, a cerca de 220 quilômetros de Santos, onde o ex-jogador de Santos, Milan e seleção brasileira foi preso, é conhecido por receber detentos de casos de grande repercussão popular. Robinho será tratado como todos eles e passará por um período de adaptação nos próximos dias.

O procedimento é padrão para todos os detentos que chegam ao local. Os primeiros dez dias são considerados de adaptação e, neles, o preso, como Robinho, fica em uma cela isolado, sem contato com outras pessoas que estão cumprindo pena. Não há nem mesmo saída para banho de sol coletivo.

É somente após esse período que Robinho se juntará ao convívio com os demais presos. No local, por exemplo, existe um campo de futebol, além de outras funcionalidades, como locais para os detidos trabalharem, salas de aula, biblioteca ou igreja.

Na chegada ao presídio de Tremembé, Robinho já recebeu o uniforme que é comum a todos os presos, camisa branca e calça bege e passou pelo corte de cabelo também padrão.

Durante esse período de adaptação, Robinho é acompanhado por diferentes profissionais, de assistentes sociais a médicos, que avaliam sua condição periodicamente.

Além de Robinho, a Penitenciária 2 de Tremembé tem outros presos de casos de grande repercussão, como Alexandre Nardoni (condenado pela morte da filha Isabella), Cristian Cravinhos (envolvido no assassinato do casal Richthofen) e Lindemberg Alves (assassinato de Eloá Pimentel).

O presídio foi inaugurado em 1955, tem capacidade para 584 pessoas e hoje é ocupado por 434 presos.

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