Alguns dos possíveis sintomas de esclerose lateral amiotrófica são contrações musculares, cãibras, rigidez muscular, fala arrastada, dificuldade para mastigar ou engolir e perda de equilíbrio.
A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença neurodegenerativa que causa a destruição dos neurônios motores no cérebro e medula espinhal. Embora as suas causas não sejam totalmente conhecidas, acredita-se que fatores genéticos e ambientais podem aumentar o risco dessa doença.
Leia também: Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA): o que é, sintomas e tratamento
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Os sintomas de esclerose lateral amiotrófica devem ser tratados por uma equipe multidisciplinar, composta por médico, enfermeiro, psicólogo, nutricionista e fonoaudiólogo, por exemplo, e inclui o uso de medicamentos, fisioterapia, psicoterapia, dieta individualizada e fonoaudiologia.
Principais sintomas
Os principais sintomas de esclerose lateral amiotrófica são:
- Contrações musculares no braço, perna, ombro ou língua;
- Cãibras;
- Tensão e rigidez muscular;
- Fraqueza muscular no braço, perna ou pescoço;
- Fala arrastada e nasalada;
- Dificuldade para mastigar ou engolir;
- Cansaço persistente;
- Perda de massa muscular;
- Falta de equilíbrio.
À medida em que a doença evolui, a pessoa pode apresentar outros sintomas como dificuldades para falar ou formar palavras, mastigar alimentos e engolir, insuficiência respiratória, prisão de ventre, salivação excessiva, choro e riso involuntários, limitação para se mover, confusão mental, depressão e ansiedade.
Como é a dor da ELA?
A dor da esclerose lateral amiotrófica é do tipo neuropática, caracterizada como choque, queimação, penetrante, latejante ou dolorida. Entenda melhor como é a dor neuropática.
A dor da esclerose lateral amiotrófica pode ser causada por cãibras e contrações musculares, ou ainda pode surgir devido à imobilidade, principalmente quando não feitos exercícios e /ou fisioterapia diários. Além disso, a dor também pode surgir devido a uma doença no sistema nervoso de algumas pessoas com ELA.
O que pode ser confundido com ELA?
Algumas doenças que podem ser confundidas com a ELA, por apresentarem sintomas semelhantes, são miastenia gravis, esclerose múltipla, mielopatia cervical, neuropatia motora multifocal, poliomielite ou síndrome pós-poliomielite e síndrome de Lambert-Eaton, por exemplo.
Como confirmar o diagnóstico
O diagnóstico da esclerose lateral amiotrófica é feito pelo neurologista através da avaliação dos sintomas e sinais apresentados, e do histórico de saúde familiar e da pessoa.
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Para confirmar o diagnóstico, o médico geralmente solicita exames de urina e sangue, e eletromiografia, que é um exame neurológico para avaliar as funções dos nervos e músculos.
Além disso, o médico também solicita exames de imagem, como ressonância magnética e, em alguns casos, também pode incluir a punção lombar, um procedimento para coletar uma amostra do líquido cefalorraquidiano, onde se insere uma agulha na coluna lombar.
Como tratar
O tratamento da esclerose lateral amiotrófica pode incluir:
- Medicamentos, como riluzol e gabapentina, para reduzir a rigidez muscular, a morte dos neurônios motores, evitar a evolução da doença e melhorar a qualidade de vida;
- Terapia ocupacional, para melhorar a qualidade de vida da pessoa;
- Sessões de fonoaudiologia, para melhorar a capacidade da fala e comunicação, e a dificuldade para comer ou engolir;
- Atividades físicas de baixo impacto, como caminhada, natação ou bicicleta ergométrica, para ajudar a manter a força e a função muscular;
- Sessões de fisioterapia, para melhorar a circulação sanguínea e a respiração, reduzir o risco de quedas e dores nas articulações, e ampliar a independência da pessoa;
- Dieta, que deve ser adaptada quanto ao tipo, consistência e calorias, para evitar a perda de peso e massa muscular;
- Sessões de psicoterapia, para ajudar a aliviar a ansiedade e depressão.
Os tratamentos devem ser indicados por uma equipe multidisciplinar, incluindo médico, fitoterapeuta, nutricionista, psicólogo e fonoaudiólogo, e ajudam a retardar a progressão da doença, melhorar a qualidade de vida e prolongar a sobrevivência da pessoa. Entenda melhor como é feito o tratamento da esclerose lateral amiotrófica.
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Histórico de edição
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27 de fevereiro, 2024 (Versão atual)
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Criado em
fevereiro, 2024
Bibliografia
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